Clínica Médica Jardim Europa
Projetos complementares para clínica médica, com atenção especial ao dimensionamento elétrico de equipamentos e à iluminação de ambientes de atendimento.
Sobre o projeto
Projetos complementares para clínica médica, com atenção especial ao dimensionamento elétrico de equipamentos e à iluminação de ambientes de atendimento.
As disciplinas que este projeto recebeu
Todas modeladas juntas e compatibilizadas entre si antes da entrega — clique para ver o que cada uma inclui.
O mesmo fluxo de trabalho de todos os projetos
Da primeira conversa ao suporte durante a execução, com as interferências resolvidas antes da obra.
Briefing e levantamento
Recebemos o projeto de arquitetura, entendemos o escopo e definimos quais disciplinas complementares e qual nível de detalhamento (LOD) o empreendimento precisa.
Desenvolvimento e compatibilização
Cada disciplina é desenvolvida e, em seguida, compatibilizada com as demais em modelo BIM, identificando e resolvendo interferências antes da entrega.
Aprovação e entrega técnica
Entregamos os projetos executivos, memoriais de cálculo e documentação necessária para aprovação junto a concessionárias e órgãos competentes.
Suporte durante a obra
Acompanhamos a execução para esclarecer dúvidas técnicas e ajustar detalhes de compatibilização que surjam durante a obra.
O projeto elétrico dimensiona a infraestrutura: quadros, circuitos, condutores, proteções e a demanda total da edificação, conforme a NBR 5410. O projeto luminotécnico trata do resultado visual e do conforto: quanta luz cada ambiente recebe, de que tipo e vinda de onde, com base nos níveis de iluminância da NBR ISO/CIE 8995-1. Um diz que existe um ponto de luz naquele lugar; o outro diz se aquele ponto entrega a iluminação adequada para a atividade que vai acontecer ali. São complementares: o luminotécnico define os pontos e o elétrico garante que eles estejam alimentados e protegidos corretamente.
Projetos complementares são os projetos técnicos que detalham cada sistema da edificação além da arquitetura: elétrico, luminotécnico, hidrossanitário, SPDA (para-raios) e estrutural. Eles garantem que a obra seja executada com segurança, dentro das normas técnicas, e sem conflitos entre as diferentes instalações.
A NBR 5410 trata das instalações elétricas de baixa tensão e é a referência para praticamente toda obra residencial, comercial e institucional. Entre outros pontos, ela orienta a divisão da instalação em circuitos independentes, o dimensionamento dos condutores conforme a corrente e o modo de instalação, a proteção contra sobrecorrentes e contra choque elétrico, o aterramento e a equipotencialização, além de quantidades mínimas de pontos por ambiente. Um projeto elétrico feito para atender à norma não é burocracia: é o que separa uma instalação que aceita a carga real da casa de uma que aquece, desarma sem motivo aparente ou apresenta risco.
Sempre que há novo fornecimento ou alteração relevante de carga. Ligações novas, aumento de demanda, entrada em média tensão e casos que exigem subestação passam por análise da concessionária, que verifica o padrão de entrada, o estudo de demanda e a compatibilidade com a rede. Cada distribuidora publica suas próprias normas técnicas de fornecimento, e elas mudam de estado para estado — no Paraná, por exemplo, valem as normas da Copel. É por isso que a demanda precisa estar dimensionada corretamente desde o projeto: reprovação na concessionária costuma travar o cronograma inteiro da obra.