Projeto de SPDA
Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas dimensionado conforme a NBR 5419, com laudo técnico assinado.
Sobre o projeto
O projeto de SPDA (para-raios) avalia o risco da edificação e define o sistema de captação, descida e aterramento mais adequado. Emitimos o memorial de cálculo de risco e a documentação técnica exigida por concessionárias, seguradoras e órgãos de aprovação, com responsabilidade técnica de engenheiro especialista.
Do briefing à entrega — Projeto de SPDA
O mesmo fluxo de trabalho vale para todas as disciplinas — é ele que garante que os projetos cheguem compatibilizados na obra.
Briefing e levantamento
Recebemos o projeto de arquitetura, entendemos o escopo e definimos quais disciplinas complementares e qual nível de detalhamento (LOD) o empreendimento precisa.
Desenvolvimento e compatibilização
Cada disciplina é desenvolvida e, em seguida, compatibilizada com as demais em modelo BIM, identificando e resolvendo interferências antes da entrega.
Aprovação e entrega técnica
Entregamos os projetos executivos, memoriais de cálculo e documentação necessária para aprovação junto a concessionárias e órgãos competentes.
Suporte durante a obra
Acompanhamos a execução para esclarecer dúvidas técnicas e ajustar detalhes de compatibilização que surjam durante a obra.
Obras com Projeto de SPDA
Compatibilizado com as demais disciplinas
Este projeto não é entregue sozinho: ele é modelado junto com as outras disciplinas e as interferências são resolvidas antes da obra.
A norma NBR 5419 não obriga o SPDA em toda edificação, mas exige uma análise de risco formal. A BCKENGE realiza esse cálculo e emite o laudo técnico assinado.
Projetos complementares são os projetos técnicos que detalham cada sistema da edificação além da arquitetura: elétrico, luminotécnico, hidrossanitário, SPDA (para-raios) e estrutural. Eles garantem que a obra seja executada com segurança, dentro das normas técnicas, e sem conflitos entre as diferentes instalações.
Pelo gerenciamento de risco previsto na NBR 5419-2. A norma não trabalha com uma regra simples de altura ou metragem: ela avalia a densidade de descargas atmosféricas na região, as dimensões e a altura da edificação, o tipo de construção, o conteúdo, a ocupação e as consequências de uma descarga — perda de vidas, de serviço público, de patrimônio cultural ou de valor econômico. O resultado é comparado a um risco tolerável. Se o risco calculado ultrapassa esse limite, a proteção é necessária. Além disso, prefeituras e o Corpo de Bombeiros podem exigir o SPDA como condição para o habite-se.
Não, embora estejam ligados. O SPDA é o sistema de proteção contra descargas atmosféricas: capta a descarga em pontos definidos, conduz a corrente por descidas dedicadas e a dissipa no solo, mantendo esse percurso longe das pessoas e das instalações. O aterramento elétrico existe em toda instalação, com SPDA ou sem, e serve à segurança da instalação e das pessoas contra choque, além de referência para as proteções. Os dois se encontram na equipotencialização: os sistemas precisam estar interligados, sob pena de surgirem diferenças de potencial perigosas justamente no momento da descarga.
Para se aprofundar no assunto
Gerenciamento de risco da NBR 5419-2: como se decide se há SPDA
O método não pergunta a altura do prédio. Ele calcula probabilidade de descarga, estima consequências e compara com um risco tolerável — e o resultado às vezes surpreende.
Aterramento, equipotencialização e SPDA: três coisas diferentes
Os três se conectam e por isso são confundidos. Cada um resolve um problema distinto, e tratar um deles como se cobrisse os outros é o que deixa equipamento queimado em prédio com para-raios.
SPDA: quando o projeto é obrigatório e o que a norma exige
Não existe regra simples de altura ou metragem. A NBR 5419-2 decide por gerenciamento de risco — e o cálculo considera bem mais variáveis do que a maioria imagina.
Vamos falar sobre o seu projeto?
Envie os dados do empreendimento e receba uma proposta para Projeto de SPDA.