Projeto Elétrico
Dimensionamento completo de instalações elétricas de baixa tensão, com segurança, eficiência energética e conformidade normativa.
Sobre o projeto
Desenvolvemos o projeto elétrico completo do empreendimento: dimensionamento de circuitos, quadros de distribuição, demanda de carga, subestação quando necessária, e memorial descritivo para aprovação junto à concessionária. O projeto é compatibilizado com estrutura, hidráulica e arquitetura antes da entrega, evitando conflitos de passagem e retrabalho em obra.
Do briefing à entrega — Projeto Elétrico
O mesmo fluxo de trabalho vale para todas as disciplinas — é ele que garante que os projetos cheguem compatibilizados na obra.
Briefing e levantamento
Recebemos o projeto de arquitetura, entendemos o escopo e definimos quais disciplinas complementares e qual nível de detalhamento (LOD) o empreendimento precisa.
Desenvolvimento e compatibilização
Cada disciplina é desenvolvida e, em seguida, compatibilizada com as demais em modelo BIM, identificando e resolvendo interferências antes da entrega.
Aprovação e entrega técnica
Entregamos os projetos executivos, memoriais de cálculo e documentação necessária para aprovação junto a concessionárias e órgãos competentes.
Suporte durante a obra
Acompanhamos a execução para esclarecer dúvidas técnicas e ajustar detalhes de compatibilização que surjam durante a obra.
Obras com Projeto Elétrico
Compatibilizado com as demais disciplinas
Este projeto não é entregue sozinho: ele é modelado junto com as outras disciplinas e as interferências são resolvidas antes da obra.
O projeto elétrico dimensiona a infraestrutura: quadros, circuitos, condutores, proteções e a demanda total da edificação, conforme a NBR 5410. O projeto luminotécnico trata do resultado visual e do conforto: quanta luz cada ambiente recebe, de que tipo e vinda de onde, com base nos níveis de iluminância da NBR ISO/CIE 8995-1. Um diz que existe um ponto de luz naquele lugar; o outro diz se aquele ponto entrega a iluminação adequada para a atividade que vai acontecer ali. São complementares: o luminotécnico define os pontos e o elétrico garante que eles estejam alimentados e protegidos corretamente.
Projetos complementares são os projetos técnicos que detalham cada sistema da edificação além da arquitetura: elétrico, luminotécnico, hidrossanitário, SPDA (para-raios) e estrutural. Eles garantem que a obra seja executada com segurança, dentro das normas técnicas, e sem conflitos entre as diferentes instalações.
A NBR 5410 trata das instalações elétricas de baixa tensão e é a referência para praticamente toda obra residencial, comercial e institucional. Entre outros pontos, ela orienta a divisão da instalação em circuitos independentes, o dimensionamento dos condutores conforme a corrente e o modo de instalação, a proteção contra sobrecorrentes e contra choque elétrico, o aterramento e a equipotencialização, além de quantidades mínimas de pontos por ambiente. Um projeto elétrico feito para atender à norma não é burocracia: é o que separa uma instalação que aceita a carga real da casa de uma que aquece, desarma sem motivo aparente ou apresenta risco.
Sempre que há novo fornecimento ou alteração relevante de carga. Ligações novas, aumento de demanda, entrada em média tensão e casos que exigem subestação passam por análise da concessionária, que verifica o padrão de entrada, o estudo de demanda e a compatibilidade com a rede. Cada distribuidora publica suas próprias normas técnicas de fornecimento, e elas mudam de estado para estado — no Paraná, por exemplo, valem as normas da Copel. É por isso que a demanda precisa estar dimensionada corretamente desde o projeto: reprovação na concessionária costuma travar o cronograma inteiro da obra.
Para se aprofundar no assunto
NBR 5410 na prática: o que ela muda no seu projeto elétrico
A norma de instalações de baixa tensão é citada em toda obra e lida em poucas. O que ela exige, na prática, é o que separa uma instalação que aguenta o uso real de uma que desarma sem explicação.
Estudo de demanda: como a concessionária avalia a carga da sua obra
É o cálculo que define padrão de entrada, tipo de fornecimento e se haverá subestação. Também é o item que mais reprova em análise — e reprovação ali trava o cronograma inteiro.
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